Compras em Zagreb

Como já comentei a moda na Croácia é um horror. Em compensação em Zagreb tem tudo quanto é grife famosa. Quer dizer, eu não conheço, mas Ylton me garante que tem grife lá que nem em São Paulo tem.

Ele até que comprou pouco, apesar de estar quase tudo em “popust”.

Mas  nos nem fomos no shopping, o que já é um grande avanço…

Último passeio por Zagreb

Depois do alivio do estresse fomos calmamente andar por essa cidade linda. É uma cidade cheia de jovens, o que a deixa com um ar legal de coisa em movimento, mas sem agito. Os bares do centro antigo são muito legais e estão sempre cheios de gente (nós achavamos que era só à noite). E é assim, um atrás do outro.

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Fomos em um restaurante ai pertinho chamado Agova e comemos esses dois primeiros itens dessa página do cardápio

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O primeiro nada mais é que a nossa boa e velha “carne de panela”. Até a cenoura embutida tinha. Já o segundo são pedaços de carne de porco com um molho muito gostoso, não sei de que.

Compramos lembrancinhas e eu me enfurnei aqui para escrever.

E voltamos para Zagreb

Hoje de manhã deixamos a Dalmácia. Pegamos um voo da Croatia Airlines e chegamos aqui 8 da manha. Voltamos para o Palace Zagreb, que é um hotel muito distinto e à nossa altura.

A primeira coisa que fizemos foi ir na Air France confirmar minha reserva. Ainda não contei, mas desde que começamos a nossa viagem que em todas as nossas conexões, a minha reserva não é encontrada. Encontram a de Ylton, mas a minha… nada. Da última vez, quando viemos de Berlim para cá, ficamos dependendo de uma fila de espera para poder embarcar. Claro que entrei em contato com a menina que nos vendeu. Ela dizia que a TAM não tinha explicação para isso. Enquanto isso os caras por aqui diziam que a TAM mesma tinha cancelado minha reserva. Um estresse terrível!!!!!

Por isso fomos logo na Air France, que é a companhia que nos levará a Paris, de onde pagaremos um TAM pra São Paulo. Entregue meu e-ticket à mocinha, ela olhou pra tela e arregalou os olhos. Meu coração foi no chão! Mas ela disse que estava tudo bem, que nossas reservas estavam confirmadas. Ufaaaaaaaaa!!!! Sai aliviadissima e com animo para curtir essa cidade linda.

… e depois percebemos que a mocinha tinha os olhos naturalmente arregalados!

Nosso hotel: o Palace Zagreb

Como disse antes, nosso Hotel foi construído em 1907, logo é um Hotel antigão. É um 4 estrelas que apesar de muito bonito, merecia, no padrão brasileiro, umas 3. Os quartos são confortáveis, mas pequenos. E meu colchão era mole. Mas, o estilo dele era meio art noveau ou deco, sei lá. Andando pelos corredores só me lembrei de “O Iluminado”. Achava que a qualquer hora ia encontrar duas menininhas de mãos dadas.

Pagamos 119 euros a diária, fazendo a reserva pelo Booking.com e deu tudo certo. Esse é um vitral do restaurante.

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Mas a grande vantagem dele é estar super bem localizado, em uma das avenidas principais da parte antiga de Zagreb. Da pra ir a todo canto a pé.  Mesmo não sendo barato, vale a pena. Ah, e tem Internet de graça!

A vida noturna em Zagreb

Estavamos nós batendo perna e olhando as vitrines quando entramos em uma rua paralela ao nosso hotel e – supresa!! – metade de Zagreb curtia um animado happy hour em um monte de bares de calçada. A-ni-ma-dí-ssimo!!!! Nos pareceu que as pessoas saiam do trabalho e paravam por ali para tomar um café, um chope e fumar, porque aqui tambem se fuma muito. São umas 3 ou 4 ruas literalmente cheias de barzinhos animados.

Fomos comer em um restaurante perto e quando saimos ainda estava mais animado. Bom, ontem era sexta-feira, não sei se é assim toda noite.

Mas o interessante é que, se música havia, ela era discreta e não aquela coisa louca e caótica que temos em nossos bares. As pessoas vão lá pra papear, não pra ouvir um cara cantando.

Aqui foi a rua onde achamos um restaurante para comer: esse ai, o Nocturno

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Zagreb, enfim!

Chegamos hoje no final da tarde a Zagreb. As coisas começaram a ser prosaicas ainda em Munique, onde nosso voo fazia uma conexão. Quando fomos chamados para o embarque, descemos um monte de escadas e chegamos a um ônibus, que nos levou a outro terminal. Lá descemos na pista e nos indicaram para embarcar em um avião que eu imaginava que nem mais existia: um turbo-hélice. Engraçadíssimo! O avião é pequeno, com filas de poltronas duplas de cada lado, sendo que as 4 primeiras filas são reservadas à classe executiva. Dai que o comissario distribui revistas as 4 primeiras filas e não para o resto, serve uma comida diferente e tal, mas os caras estão ali, em poltronas iguais às nossas, separados apenas pelos privilegios com que os comissários os brindam.

O turbo-hélice voa baixinho, com um barulhão medonho, mas nem balançou muito. Dai chegamos em Zagreb. E temos a segunda coisa prosáica: o aeroporto é do tamanho do aeroporto antigo de Natal!!!! Uma coisa mínima. Incrível. Quando a gente vê a Infraero reformando os aeroportos brasileiros, mesmo os de cidadezinhas merrecas, voce imagina que no resto do mundo os aeroportos são decentes. Pois precisam ver o de Zagreb.

Não foi exatamente esse, mas nosso avião era desse tipo ai. Essa foto foi tirada do restaurante do aeroporto de Zagreb. Olha o movimento!

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