Compras em Zagreb

Como já comentei a moda na Croácia é um horror. Em compensação em Zagreb tem tudo quanto é grife famosa. Quer dizer, eu não conheço, mas Ylton me garante que tem grife lá que nem em São Paulo tem.

Ele até que comprou pouco, apesar de estar quase tudo em “popust”.

Mas  nos nem fomos no shopping, o que já é um grande avanço…

Celulares e mulheres

Em Zagreb, como em Nova York, as mulheres andam pela rua falando ao celular. Em Zagreb elas não tem um copo da Starbucks na outra mão, mas, em compensação tem um cigarro.

Como se fuma, meu deus. Serra ficaria enlouquecido para controlar uma cidade europeia.

Mas, sim. Esse negocio de mulher andar pelas ruas falando ao celular me fez pensar: por que será? Será que é para se sentir acompanhada no seu percurso? Será para ir comentando com alguem o que vai vendo?

Porque em Zagreb, ao contrario de N. York, as pessoas não estão nem um pouco apressadas. Apenas caminham e falam.

O caminho de volta

Saimos de manha de Zagreb e estamos agora no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. São 5 da tarde e o voo da TAM sai as 10 da noite. E nós não podemos sair do aeroporto. Beleza, não? O terminal em que estamos tem umas poucas lojas, de modo que nem gastar dinheiro a gente vai. Tambem, um terminal de onde sai avião da TAM não pode mesmo ser grande coisa.

Mas, aguardem. Quando estivermos explorando nosso pré-sal, eles vão nos colocar nos lugares de honra dessa cidadezinha decadente.

E todos vão falar portugues!!!!

Último passeio por Zagreb

Depois do alivio do estresse fomos calmamente andar por essa cidade linda. É uma cidade cheia de jovens, o que a deixa com um ar legal de coisa em movimento, mas sem agito. Os bares do centro antigo são muito legais e estão sempre cheios de gente (nós achavamos que era só à noite). E é assim, um atrás do outro.

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Fomos em um restaurante ai pertinho chamado Agova e comemos esses dois primeiros itens dessa página do cardápio

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O primeiro nada mais é que a nossa boa e velha “carne de panela”. Até a cenoura embutida tinha. Já o segundo são pedaços de carne de porco com um molho muito gostoso, não sei de que.

Compramos lembrancinhas e eu me enfurnei aqui para escrever.

E voltamos para Zagreb

Hoje de manhã deixamos a Dalmácia. Pegamos um voo da Croatia Airlines e chegamos aqui 8 da manha. Voltamos para o Palace Zagreb, que é um hotel muito distinto e à nossa altura.

A primeira coisa que fizemos foi ir na Air France confirmar minha reserva. Ainda não contei, mas desde que começamos a nossa viagem que em todas as nossas conexões, a minha reserva não é encontrada. Encontram a de Ylton, mas a minha… nada. Da última vez, quando viemos de Berlim para cá, ficamos dependendo de uma fila de espera para poder embarcar. Claro que entrei em contato com a menina que nos vendeu. Ela dizia que a TAM não tinha explicação para isso. Enquanto isso os caras por aqui diziam que a TAM mesma tinha cancelado minha reserva. Um estresse terrível!!!!!

Por isso fomos logo na Air France, que é a companhia que nos levará a Paris, de onde pagaremos um TAM pra São Paulo. Entregue meu e-ticket à mocinha, ela olhou pra tela e arregalou os olhos. Meu coração foi no chão! Mas ela disse que estava tudo bem, que nossas reservas estavam confirmadas. Ufaaaaaaaaa!!!! Sai aliviadissima e com animo para curtir essa cidade linda.

… e depois percebemos que a mocinha tinha os olhos naturalmente arregalados!

Visita no almoço

Estavamos comendo em Sibenik e olha só que veio nos visitar.

Ficou ali, parado, olhando prá gente. Não miou, não se roçou nas nossas pernas, apenas ficou por ali. E ai logo, logo apareceram umas pessoinhas querendo leva-lo prá casa. Nós não entendemos o que elas falaram, mas é claro que era “deixa, mãe, deixa!!”

Último dia: Sibenik

Nosso último dia na Dalmácia foi dedicado a visitar Sibenik (esse “S” tem um acento circunflexo invertido, e se pronuncia com aquele chiado carioca: sssh), uma cidadinha que está ha pouco mais de 70 km de Split.

Pegamos nosso carro, com a preocupação de arranjar um lugar oficial para estacionar, e fomos pela estrada que margeia o mar (de novo, só que em sentido contrário). Demoramos umas 3 horas, mas o caminho é lindo, com a vantagem de não ter montanhas de pesadelos.

Amamos a cidade. Parece que amamos mais as cidades menores e menos famosas. Mas é que elas são mais, digamos, aconchegantes e simpáticas. O mais bacana foi que tinham muito poucos turistas. Não sei se porque a estação de turismo está acabando, ou porque ela não é uma cidade famosa mesmo. Mas tem todas aquelas coisas lindas que eu adoro.

Na volta resolvemos conhecer a auto-pista, ao invés de voltar pela estrada sinuosa. Uma estrada fantástica!!!! Nos deu a impressão de foi inaugurada muito recentemente, porque esta perfeita e ainda muito pouco movimentada. É uma estrada que liga Zagreb à ponta do país, em Dubrovinik, portanto deveria estar lotada de caminhões, pelo menos. Não estava. Estava completamente livre. Fizemos o percurso em 1 hora!! E pagamos um pedágio de 17 kunas, o que significa pouco mais de 2 euros.

A Ponte Nada a Ver

Já mostrei aqui o caminho pra Dubronivik cheio de montanhas aterradoras e já falei da linda cidade que ela é. Se quiserem ver mais fotos de lá, cliquem aqui.

Pois bem, logo na entrada da cidade, a gente de depara com essa “coisa” modernosa, que eu denominei de Ponte Nada a Ver. É ou não é?