Nova York vista de cima: The Top of the Rock

E conclui minha visita vendo Nova York de cima, em uma tarde noite de luz deslumbrante.  Para ver NY de cima voce pode passear de helicoptero, voce pode ir ao Empire State ou pode ir ao Top of the Rock. Escolhemos esse, que fica no topo do Rockfeller Center.

A subida é por um elevador, claro. Mas… eu sou claustrofóbica, como já disse aqui. Diferente da torre de Berlim, eu imaginava que aqui seria um elevador de edificio, mais veloz, mas com a possibilidade de se parar nos andares, em caso de emergencia. Qual nada! Entramos, e o elevador não tem ascessorista. Fecham-se as portas e as luzes se apagam. Brrrrrrr, caramba! Ai acende uma luz no teto, que é de vidro, e são projetadas imagens. Acho que é bonito, mas eu só prestei atenção que nós estavamos em um tubo de concreto, a uma velocidade louca. Fechei os olhos.

A vista lá de cima é de tirar o folego. É possivel ver toda Manhattan, ou pelo menos toda a extensão da ilha, e ver New Jersey, do outro lado do Hudson e o Brooklyn e o Queens, do outro lado do East. A vista do Central Park é perfeita.

E a ponta sul de Manhattan, o downtown, com o Empire State

E ai a gente foi ficando por ali até o sol se por. E a luz foi ficando mais linda e Daniel e eu, num friiiiiio da bixiga, tirando fotos loucamente.

Aqui o Upper West Side

E foi escurecendo e a cidade se acendendo…

Quando descemos a árvore do Rockfeller Center já estava acesa. Tinha havido muita expectativa com ela, que havia sido acesa pela primeira vez uns 2 ou 3 dias antes. Sinceramente? Não achei nada de mais

E pra concluir, eis aqui meu acompanhante nesses 16 dias, o homem mais lindo de Nova York!!!!!!!

Um passeio no MoMa

No meu último dia em NY fizemos dois passeios ótimos e o primeiro deles foi uma ida ao Museu de Arte Moderna, o MoMa. Para quem gosta de Arte Moderna e Contemporânea ele é perfeito, claro, mas eu tenho cá as minhas restrições e quis ir lá sobretudo por duas exposições: a de design e uma temporária de fotografia.

O museu em si é uma predio de desenho moderno mas não destoante dos outros vizinhos. Não é uma construção majestosa como o Metropolitan, nem vanguardista como o Guggenheim. Mas a disposição interna dele é muito bonita e bastante clean. Me chamou a atenção essa parede, olha que lindo.

E me embasbaquei com a exposição de design. Coisas belissimas! Destaque para a coleção de moveis em “plywood“, moldado em curvas.

Voces imaginam que uma fonte tipográfica possa ser coisa de museu? Pois é. E o MoMa acaba de comprar a Verdana, conhecem ela, não é? E há uma exposição delas.

Outras coisas que amei:

Um exemplo de móvel art nouveau lindo

Um vaso de Gaudí

A exposição de fotografia tambem estava ótima. Alguns classicos como Robert Frank e Cartier-Bresson, e outros nem tanto. Algumas que, tivesse sido eu a fotografa, tinha deletado porque estava um horror. Um trabalho interessante foi um cara que selecionou imagens muito bonitas do Google Street View, retirou os indicativos e as imprimiu.

Havia tambem uma exposição temporária de paineis de Diego Rivera, mas são obras de uma fase meio sombria e eu prefiro muito mais as exuberantes que vi no Mexico.

Bom, pra não dizer que não gosto de Arte Moderna, fui ver especificamente alguns que gosto muito, como Klimt, algumas obras de Picasso, “A noite estrelada”, de Van Gogh e “A persistencia da memória”, de Dali, que me decepcionou muito porque é um quadro de uns 30 por 20.

Valeu muito a pena.