Despedida de Roma, mas retornarei!

Nosso último dia em Roma foi assim, tipo, bater perna pra encontrar alguns lugares que ainda não tínhamos visto. Saímos meio sem rumo, esperando encontrar ainda o Pantheon e duas igrejas que tem obras de Caravaggio, pelo qual Fatima ficou completamente apaixonada. Necessariamente passamos pela Navona, para a ultima olhada (nessa viagem, porque outras virão). Olha que ângulo bonito!

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Passamos outra vez pelo Campo de Fiori, porque havíamos passado no dia do toró. E nos deparamos mais uma vez com uma feira. Mas eu queria mesmo fotografar a estátua de Giordano Bruno, que me impressionou.

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E seguimos até o Pantheon. E é impressionante. Por fora é uma estrutura pesada, redonda, com uma entrada com colunas capitolinas muito bonitas, mas o belo mesmo é por dentro. Um espaço circular imenso, com uma abobada imensa e um “óculum” bem no centro. Os textos informam que o diâmetro do espaço mede a mesma altura da abobada: 43 metros e pouco.

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E encontramos a igreja de Santa Maria de Minerva, dois Caravaggios maravilhosos e na frente o elefante de Bernini, que, segundo consta é uma ironia com os elefantes de Anibal. Mas o mais interessante é um Cristo de Michelangelo, que o esculpiu com detalhes da anatomia que foram considerados indecorosos, exigindo-se que se colocasse um detalhe em bronze.

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Umas comprinhas finais na Via del Corso e ciao, Roma. Seguimos para Positano, onde estamos agora.

Vamos ter que voltar, porque tem muita coisa que não conseguimos ver. Uma delas é a Roma subterrânea, com as catacumbas e as estruturas das cidades.

 

Forum Romano, Colosseo e o aniversário do Nonno

O dia amanheceu belíssimo, como se o aguaceiro do dia anterior tivesse lavado e enxaguado o céu. Nosso programa foi conhecer o Coliseu, Colosseo para os daqui. Com esse dia lindo resolvemos ir a pé desde nosso hotel, pela Via del Corso, olhando as lojas. Eram 11 horas da manhã e a rua estava já entupida de gente, acho que por causa do sol.

A Via del Corso começa (ou termina?) na Piazza del Popolo e termina (ou começa?) no Monumento a Vitorio Emanuelle, que fica muito próximo ao Coliseu. Em frente ao Vitorio demos uma parada para olhar a Coluna de Trajano, que é a original e da qual a Antonina é uma cópia. Sentamos para aprecia-la, olhar o movimento, mangar do povo e tirar um selfie.

Monumento a Vitorio Emanuelle
Monumento a Vitorio Emanuelle

A partir dai toda a região é História. E é impressionante. Em frente a Coluna de Trajano, ao lado do Monumento, tem ainda muito bem preservado o Mercado de Trajano, tipo como o primeiro shopping center da História, justo porque era composto por diversas lojinhas dos mais variados artigo.

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Preciso dar os créditos dessas informações a Giovana, que como uma mulher super conectada, comprou um chip com 4 Giga de velocidade de internet. Em todos os lugares históricos, ela chamava os cards do Google e ele nos contava tudo sobre o lugar.Foi ótimo!

Nossa primeira visita foi ao Forum Romano, lugar onde se reunia o povo de Roma para ir aos templos, fazer comércio ou simplesmente passear. O local tem vários monumentos com apenas seus alicerces, mas ainda pode-se apreciar um belíssimo arco de triunfo construído no século VII antes de Cristo, que está praticamente intacto.

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Do Templo de Pólux e Castor restou apenas as colunas, mas são lindas.

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Nessa foto, vê-se à esquerda uma igreja. Pois ela foi construída preservando as colunas capitolinas do Templo de Antonino e Faustina e teve, inclusive suas naves laterais demolidas para melhor apresentar a construção original.

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Confesso que não percorremos o Forum completamente. A extensão é enorme e nos deu fome no meio do caminho.

E fomos comer por ali por perto. Nossa entrada no Coliseu era às 17 horas, o que nos permitia ter um almoço decente. Procuramos pelo becos adjacentes, mas só tinha restaurante daqueles que põem o cardápio com as fotos dos pratos, e eu acho que esse tipo de restaurante não é confiável. Nunca entro neles.

Encontramos um legal e, apesar de todo mundo estar comendo na calçada, preferimos “inside”. E a senhora nos levou por um labirinto de salas até a mais do fundo, onde havia somente nós e uma família comemorando o aniversário de um senhor. Na hora dos parabens (“Tanti auguri a te/Tanti auguri a te, nonno”), cantamos junto com a família e batemos palmas para o nonno, que completava 67, mas tinha cara de mais de 70. Dai que a família nos serviu bolo e champanhe, e brindamos todos pela “felicita” do nonno. Quando eles saíram, deixaram a garrafa de champanhe com quase metade. Fomos lá na mesa e deixamos pros garçons apenas um pouquinho  😀

A verdade é que saímos meio trôpegas para conhecer o Coliseu. Me faltam adjetivos para qualificar a grandeza, a beleza e a arte da engenharia e arquitetura desse monumento. Giovana leu para a gente tudo, mas confesso que não consegui memorizar. Vou ver se ela escreve um post específico sobre isso.

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E eu não o imaginava assim. Pensava que as arquibancadas estavam preservadas e que seria possível caminha por elas. Mas, o mais impressionate são as construções abaixo do solo, onde ficavam os animais e os lutadores que se apresentavam antes dos gladiadores. Esses entravam em glória pela porta principal do coliseu, para serem ovacionados pelo público.

O fim do dia nos brindou com uma luz belíssima de pôr do sol. E assim nos despedimos do Colosseo

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Hoje foi o dia do Vaticano

Amanheceu chovendo. Um saco para quem está viajando? Errado, tinhamos comprado ingresso pros Museus do Vaticano justo para hoje. Museu é o melhor lugar para turista ficar quando chove (e quando faz muito calor, como na Filadelfia). O problema é que todo mundo pensou igual porque o Museu estava absolutamente lotado. Sério. Andar nos corredores era como se estivéssemos acompanhando uma procissão (ou uma passeata… e bem que tivemos vontade de puxar umas palavras de ordem, tipo “fora Cunha”).

As filas para comprar ingresso estavam absurdamente grandes, mas nós havíamos comprado ainda no Brasil, pela Internet, e isso nos salvou. Entramos rapidinho. Mas a multidão lá dentro era um horror. Enquanto estivemos nas salas egípcias deu pra ver direitinho, mas quando tinhamos que apreciar os afrescos, não dava. A multidão não nos permitia o distanciamento necessário para olhar, parar, ver detalhes. E, assim, os seguranças, tentando organizar a turba, se irritavam, gritavam e mandavam a gente seguir, sem que tivessemos tido tempo de olhar direito as coisas.

Interior de um sarcófago, ricamente decorado
Interior de um sarcófago, ricamente decorado

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Sempre que vou a um museu e vejo objetos de outras civilizações fico chateada em pensar que aquilo foi expropriado do seu povo legítimo. Sei que Roma esteve “dona” do Egito durante um tempo grande, mas trazer os sarcófagos é meio que profanar a cultura deles. Enfim…

Por ser muito grande e por ter uma multidão sempre circulando, não tivemos tranquilidade para apreciar tudo que queríamos. O interessante foi que justamente o que não estávamos muito interessada, era onde tinha menos gente: o Museu de Arte Contemporânea.

De todas as maneiras é tudo muito lindo. os tetos são obras de arte com requintes maravilhosos. Esculturas em baixo e em alto relevo em tumbas fúnebres deslumbrantes, pisos de mosaicos belíssimos.

Detalhe em alto relevo de uma tumba funerária
Detalhe em alto relevo de uma tumba funerária
Teto de uma das salas
Teto de uma das salas
Teto de uma das salas
Teto de uma das salas

Depois de duas horas de caminhadas pelos diversos salões – e confesso que por alguns passamos muito rapidamente, como o salão cartográfico – chegamos finalmente s Capela Sistina, onde não é permitido fotos. Obviamente a multidão também estava lá. E, apesar do desconforto da apreciação, é uma coisa realmente impressionante. Cada segmento é uma história, ou um conjunto de histórias em um único quadro. Claro que o teto de Michelangelo é o mais impressionante, mas pinturas laterais, muitas delas de Botticelli, são muito lindas tambem. O afresco enorme, tomando toda a parede do fundo, representando o juízo final, é pra se ficar olhando por horas.

Para fechar com chave de ouro, a rampa de descida para a saída, é maravilhosa.

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Infelizmente não foi possível caminhar pelos jardins, que, visto pelas janelas, tambem nos pareceram muito lindos. porque a chuva não nos deu trégua até agora.

O lado chic de Roma

Traçamos o nosso roteiro de hoje em um circuito que começava na Fontava de Trevi, seguia para a Piazza Spagna e terminava na Piazza del Popolo, tudo feito a pé a partir de nosso Hotel, que, como dá prá notar, é super bem localizado.

Hoje andamos por menos becos, apesar de serem ruas estreitas e sem calçadas em sua maioria. E nesse entra e sai, de repente nos deparamos com a Piazza Colonna, com a magnífica Coluna Antonina. Sua beleza está nas esculturas em baixo relevo que estão em toda a extensão, em espiral, contando as vitórias de Marco Aurélio, dai porque também é conhecida por Coluna de Marco Aurélio.

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E seguimos. Em certo momento, deixamos o mapa de lado e resolvemos seguir o fluxo de gente. Eu já toda animada para refazer a cena de Anita Ekberg dentro da fonte e chamando “Martchelo”,”Martchelo”! (revista recentemente no lindo filme Fred e Elsa). Inesquecível. Pois bem, dobramos uma esquina e vimos uma multidão aglomerada ao redor de uma grade. A Fontana está em obras…Que decepção… Mas, tem um lado bom, como dizia Polianna, vemos ter que voltar a Roma para ver essa bendita fonte restaurada!

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Seguimos na direção da Piazza de Spagna. Por ali já fomos vendo as lojas de grifes. Estávamos na onda de sentar um pouco nas suas famosas escalinatas e ficar vendo o povo passar. E ai, o que aconteceu???? Fechada para obras! Aaaaaarghhhh! Bom, a Piazza de Spagna é uma escadaria e uma escultura de Bernini, que aliás é linda. Nas circunvizinhanças da praça todo o comércio chic, alinhadérrimo. Um dos vestido (horroroso, por sinal) na vitrine da Prada custava a simples cifra de 17 mil e tantos EUROS. Na Dolce e Garbana tinha uma “coisa”, que duvido que alguem saia vestido com aquilo. Alem das grifes, os restaurantes são chics, os cafés são chics, enfim, não é nossa praia.

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Mas valeu por vermos mais essa escultura linda, que, dizem os livros, se situa no período inicial do barroco.

Na ida para a Piazza del Popolo, seguimos pela Via Condotti, onde está o comércio para ricos (ou riquíssimos, tipo esse povo que tem dinheiro escondido nos paraísos fiscais). E entramos na Via del Corso, onde o comércio já é mais “comprável”, com lojas mais acessíveis como a GAP e a H&M. Conto prá voces que nada me bateu o coração em termos de roupa, aqui em Roma. Umas coisas muito “over” pro meu gosto minimalista.

A Piazza del Popolo é uma circunferência imeeeeeensa, com um obelisco no meio que, adivinhem… estava em obras! E ao lado da praça a Igreja del Popolo, com uma fachada simples, mas com um acervo maravilhoso. A gente nunca imagina que naquela igrejinha vá encontrar duas obras maravilhosas de Caravaggio, bem representativa do seu “chiaroscuro”: a Crucificação de Pedro e a Conversão de Paulo. Lindos!

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E encerramos o nosso dia dando as boas vindas a companheira Giovana e comendo uma pizza de massa fininha e com as bordas queimadas. E de garfo e faca.

De novo em Roma

E aqui estamos outra vez em Roma, desta vez com mais calma e com tempo para bater perna nessa cidade linda. Estamos hospedadas em um hotelzinho há poucos metros da Praça Navona. É engraçado: a recepção está em uma rua e a entrada para os apartamento em outra, (ambos em becos super simpáticos) de modo que ficamos com as chaves e tipo donas da casa. Os becos nas vizinhanças são cheios de café, bares e restaurantes muito legais. Enfim, nossa localização está perfeita.

A Praça Navona é um fuzuê. Além da multidão de turistas, tem artistas expondo suas obras, palhaços fazendo performances, músicos, indianos vendendo echarpes. Apesar disso tudo, é animadíssimo. Tipo, lugar onde todo mundo se encontra. A foto abaixo foi feita as 10 horas da manhã e já está assim

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Hoje nossa programação foi conhecer a região de Tratevere, assim configuramos o Citymaps para nos indicar o caminho até a Igreja de Santa Maria de Trastevere. E ele nos traçou um roteiro ótimo, por meio de vielas encantadoras, do jeito que apreciamos muito. E, de repente, nos deparamos com uma feira. Imaginem!! Uma feira muito legal com barracas de massas, de temperos para massas, de azeite, de coisas para cozinha (umas maquinas de cafe italiano pequenininhas). Claro que paramos e esmiuçamos tudo, Até encontramos uma brasileira, bahiana, que mora aqui há 15 anos e já fala portugues com sotaque italiano.

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Cruzamos para o lado de lá do rio Tevere (ou Tibre, como chamamos) na Ponte do
Sisto, uma ponte somente para pedestres, que já nos deixa no bairro de Trastevere.

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A foto abaixo foi tirada da ponte do Sisto e já dá pra ver a cúpula da Igreja de São Pedro, no Vaticano

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Enfim chegamos a Piazza de Santa Maria. Nos sentamos em um dos inúmeros restaurantes e tomamos um capuccino, olhando pra igreja. Ela tem uma fachada pequena, espremida entre duas outras construções, mas seu interior é belíssimo. Fundada em 335, ela foi restaurada no século VII. Tem um teto belíssimo e um piso em um mosaico geométrico impressionante.

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Depois disso, fomos almoçar em uma tratoria em uma das vielas. Pedimos Tripa a Romana, que era uma dobradinha com molho de tomate, e um Saltimboca a não sei o que, que era um escalopinho com fatias de presunto de parma. Ambos ótimos. Acompanhados pelo vinho da casa, claro. Mas o melhor do restaurante (Ristorante Alle Fratte di Trastevere) é o hall de acesso aos toaletes. Olha que fantástico.

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Em Roma, rumo a Sicilia

Planejamos esta viagem meio rápido, com a idéia de fazer a coisa mais improvisada mesmo. A idéia era chegar a Roma, ficar por 3 dias e depois seguir de avião até Palermo na Sicilia. Ficariamos por lá por 3 dias e lá decidiríamos como percorrer o resto a ilha. Pensamos em alugar um carro, mas precisávamos ver se as estradas não eram daquele tipo com subidas de montanhas, curvas fechadas e despenhadeiros, o que não dos deixaria nem um pouco tranqüila para desfrutar o passeio. De todo modo o planejado é ir a Agrigento, Siracusa, Taormina.

Com essa idéia na cabeça e os euros no bolso rumamos para o aeroporto de Natal na noite da quinta-feira, para um vôo da TAP que chegaria em Lisboa, faríamos uma conexão e na noite da sexta estaríamos em Roma. E ai começa a “viagem”. Como já parece ser costume a TAP cancelou o vôo e só sairíamos no dia seguinte ao meio dia, de modo que chegaríamos a Roma apenas na tarde do sábado. Iamos voltar pra casa? Nunca! Pedimos voucher para o hotel, que era um 5 estrelas da Via Costeira. Dormimos esplendidamente! Chegamos a Lisboa a meia-noite e, obviamente perdemos nossa conexão. Mas o pessoal já tinha nos recolocado em um vôo que sairia as 7 de manhã. E lá fomos nós para outro 5 estrelas.

Enfim, chegamos a Roma na tarde do sábado. Largamos as malas e fomos conhecer a região. Nosso hotel fica numa rua que começa na igreja Santa Maria Maggiore e termina no parque Vitorino. Lugar muito legal, cheio de turistas iguais a nós.

Abro um parêntese para dizer que quando viajo sou turista mesmo. Não fico naquela de querer negar o óbvio e ficar querendo passar por nativos. Sou turista. Logo, não me importa nem um pouco sair 2 ou 3 vezes com a mesma roupa, não me importo de sair com um mapa na mão olhando as placas das ruas, não me importo de comer onde os turistas comem, nem de andar de sandálias havaianas (aliás, um luxo!).

Nossa primeira visita foi à igreja da S. Maria Maggiore. Ela é a primeira igreja construída em Roma, ainda quando Cleopatra vivia por aqui. Claro que foi reconstruída algumas vezes, mas existem ainda algumas estruturas originais. Ela é realmente belíssima e merece uma visita. O teto é uma beleza a parte, todo em madeira trabalhada, um deslumbre. O altar-mór achei “over”. Douradíssimo, desenhos rococó demais e piora a impressão quando nos damos conta que aquele ouro todo veio de nossa America do Sul.

O parque Vitorino é engraçado. Enorme, mas muito bem organizado: tem o lugar dos velhos, dos cachorros, dos indianos, dos gays e dos pais jogando bola com os filhos. Claro que isso não é uma separação oficial, mas achamos muito divertido observar isso. Vale lembrar que quando passamos pelo lugar dos velhos (alguns em cadeiras de rodas), fizemos sucesso enquanto velhinhas ainda enxutas.

Como só tínhamos mais 1 dia em Roma, resolvemos dar aquele rolé geral, fazendo um city tour. E sob um sol escaldante descemos à pé até o Coliseu (Colosseu em italiano). Digo que não achei impressionante. A torre Eiffel me emocionou muito mais. Havia uma fila colossal (desculpem o trocadilho) pra entrar e, como somos preguiçosas, ficamos do lado de fora, num alto, vendo/ouvindo umas bandas de músicas que fazem apresentação nos domingos. Foi ótimo! De lá tomamos o ônibus e fomos rodando.

E o que achei?

Imaginava a Praça de S. Pedro no Vaticanos uma coisa enorme, com aqueles corredores laterais. Não é. Achei pequena até. E a própria basílica não é nada de mais por fora (não entramos, não dava tempo). A de Firenze é infinitamente mais bonita.

Por todo lugar de Roma existem resquícios de construções originais dos tempos do Império. São colunas, muros, estruturas de antigos palácios. É uma coisa impressionante! Eu fico pasma com essas coisas, imaginando o que aquele pedaço de muro já significou. Está preservado, inclusive, um bom trecho da muralha original que cercava a cidade. Lindo de ver!

Impressiona o que tem de construção que era originalmente residência das famílias dos papas, do clero do um modo geral. Essa igreja Católica…

Vimos a casa onde morou (mora?) Sofia Loren e De Cicca. Uma cobertura na Praça Veneza, de fronte ao Capitolino. Como soubemos? Pescamos uma conversa de um guia com seus guiados. Se for mentira, é dele.

Sorvete! Não deixe de tomar um sorvete! Minha amiga Tatyana tinha me dito e eu comprovei: é isso mesmo! Pedir uma Coppa Picola de gelato, sentar em uma mesinha de calçada e ficar mangando do povo é a melhor coisa pra se descansar de tanta igreja.

Comemos muito bem a preços bastante razoáveis. Fomos em um restaurante perto do Hotel pedimos um linguine ao pesto e um abbrachio (carré de baby carneiro), tomamos um bom vinho do Piemonte, e pagamos 67 euros. Mas é possível comer uma massa por 9 euros.

Para vir do aeroporto para a cidade existem 3 opções: trem, que custa 4 euros; ônibus, que custa 8 euros, ou taxi que tem preço fixo de 48 euros.